Nº 235 A RIQUEZA USA VÉU… COBRE E DESCOBRE A FACE. QUAL O DOM OU ENGENHO, QUE FEZ PORTUGAL VALIOSO E AGORA, POBRE E TRAMADO?
Na Nossa Esfera Terrestre, de fenómenos e alegorias, nas
inflexíveis Leis Naturais, muita coisa salteia em quenturas bastante fortes,
para mudanças de paladar ou critério, sem deixar valas armadilhadas a
demarcar a imodesta vontade humana, intrusa em sobrepor hipóteses, às
preliminares regras, sistematizadas no «Homo Sapiens». Lembramos que
este HOMO, é o nosso ascendente na armação óssea e SAPIENS, quando
começou a captar o saber.
A «ossatura», tem-se moldado com o tempo, sem o portador dar
pelos acabamentos. Mas se lhe entra o reumático, a posição óssea, por
pouco se altere, faz acordar a dor, na degenerescência dos tecidos nas
articulações e em órgãos melindrosos. São frequentes, nestes transes, os
momentos em que o animal de nervos comunicantes com o desespero,
lutaria para determinar o seu próprio destino na parte de átomos e
moléculas que lhe formam o corpo e atirá-lo à cova da podridão. ou ao
borralho da fogueira que tudo queima … O sofrimento, magoa e revolta a
constituição e o indivíduo animal…
A questão do «saber», tem aspecto diferente. Não «joga» com
átomos e moléculas. É «espírito…
Forma-se, todavia, uma «parelha» no HOMO, ao «aprovar» a
SAPIÊNCIA. O Par, não recebeu a bênção da lei que uniu os restantes
pares,.. mas estes contraditórios cônjuges, não se podem separar um do
outro, pois lhes cabe resistir à conservação das espécies. A Natureza, pela
sua própria existência, é livre de alterar as leis por si «promulgadas».
O HOMO, modernamente HOMEM, ao dar conta de numa caverna do
cérebro, se sentava o INSTINTO, a aguardar ocasião de intervir, sem
demora o aproveitou como anteparo às ofensas corporais.
Na pachorra dos séculos, o par «Homo e a Sapiens», coordenou
elementos para complementar o carácter distinto da Matéria e do Espírito,
porém, indissociáveis, na evolução «instintiva» para a «humanidade». E lá
tiveram de aceitar a companhia da resignação, para evoluir nos séculos da
Acentue-se, contudo, que a passividade nunca chegou a ser
A Matéria, só permitiu a entrada livre do Espírito, nas fases
necessárias da germinação e crescimento, depois da ciência ter
demonstrado, perante holocaustos tremendos, que delas se poderiam tirar
mais proveitos. Tem sido a luta imparável… observada com agrado … da
inteligência contra a estagnação…
Se a Matéria gosta de se expor, para exibir as aparências, o
Espírito, encanta-se a medir forças no etéreo onde se esfuma, com as
avaliações do trabalho do Homem e influência das construções para o seu
O que constava, longe de falta grave, aparece como mais uma
batalha a resolver por meio de experiências corpo a corpo ou discordâncias
avolumadas em discursos de longa duração e festejos mesquinhos. As
palavras desandam em dobadoira a necessitar conserto e rodopiam, a
provocar a guerra, pretendida a ser evitada.
Por isso, HOMO SAPIENS, «semelhante» a um todo, se bem
analisado, são duas peças, que se encaixam e desencaixam, conforme
as passagens atmosféricas, os graus económicos nos reflexos sociais, a
qualidade política nacional ou mais em voga... a dignidade … o brio ...
outorgados aos homens assumidos a estabelecer regras sensatas e
convenientes, nos Estados responsáveis dos seus valores …
Perguntará o Amigo e Atencioso leitor, porquê tão comprida
divagação para chegar à ciência dos bens e serviços, indispensáveis
às melhoras da ambição, quando já grandes quantidades vêm sendo
assimiladas, ao modo como acontecem as quase milagrosas ofertas ao gozo
espiritual sem lugar estável e da matéria, num momento satisfeita e no
seguinte exigente e arrogante.
A resposta, breve e sincera, pré-avisa o nosso conceito de
clarear, dentro das fraquezas humanas. Não defende, nem condena, antes
ou depois dos insucessos a que todos nós estamos sujeitos, no instante da
faísca e no seguinte do escuro.
A moral, pode e deve ser solicitada. Atenção, porém,
às virtudes cardeais: - Prudência, Justiça, Fortaleza e Temperança.
O sabido e confirmado, não dispensa virtudes. A LIBERDADE,
aventureira e petulante, destrói-se sem a rectidão, advinda da cortesia
acessível ao afecto e aos efeitos sensíveis. Sem estes, seria o regresso
à «pedra ... lascada» pela necessidade de sobrevivência.
Descansemos. Já não é sem tempo…
Os títulos desta crónica, merecem explicações. Cumpre-nos pô-
las no texto, antes de acabar o espaço,
A RIQUEZA, só esconde a face, no desagravo de um ultraje,
de quedas mal calculadas ou … descréditos envergonhados no ridículo.
Como existe… porque o Homem e a opção de sociedades «existem»,
o ajuntamento de «capital», será o mal melhor integrado, para
erguer as obras e magnificências dos génios que querem ampliar o
Mundo. Como é diferente do conceito do senhor Marx... fumador
inveterado dos bons charutos... A evolução só se dá com melhorias...
Pelos anos 1940/1950, (perdurando antes e depois), vinha de
Moscovo, a descoberta do Século, aproximadamente reproduzida : - O
ouro virá a servir, em exclusivo, os dentistas, a filigrana das «ourivesarias»
e a atracção do sexo feminino.
Ainda, não aconteceu...
O ouro, no seu jeito de imparcialidade controlada pelo preço,
mas de olho no lucro, paulatinamente, vai cumprindo as funções para
que foi encarregue. E mais nenhum valor o tem suplantado nos espaços:
- económico, comercial, agrícola, industrial, artístico, social, evolutivo,
científico e... na imensidade de «razões, onde impera a Consciência, a Lei,
a Ordem e... o Homem civilizado.
Ninguém poderá medir a carga comerciável do dia de «amanhã».
Nem a rapidez circulante. Tudo indicando, contudo, estarmos «dispensado»
da «nossa presença, limitamo-nos a seguir as normas actuais e quem nos
substituir, tenha cautela nos expedientes «fora de moda» e como pararão
as novas «modas», para instituir o apaziguamento, em lugar das verdades
falhadas, nestes tempos conturbados.
Ao presente e ao futuro, acuda a verdade. Reabilitada de
promessas e gabanças exageradas, inoportunas e impotentes, perante a
realidade na meta ao bom êxito dos interesses do País, ajustando-os à
multiplicidade das forças naturais.
A actual posse de oficina, cheia de modernos aparelhos de medição
a «boas contas», extasia-se a descansar nas passagens «de nível» da
azáfama diária e a imitar as oportunidades do «parceiro ao lado». A «bola
de neve» das contradições, iniciada no cimo das carências, treme...
desprega-se da resignação e, aos baldões, esmaga a fingida humildade
na petição de voto e vexa a pobreza envergonhada de estômago murcho
das reais carências nele inscritas. É uma segunda condenação, a quem
já se considera na «pena» do suplício de Tântalo... de «cara alegre».
O conhecimento de «contabilidade», na gestão dos bens privados ou
públicos, alcança a diferença das «boas contas», «boas conselheiras», das
atabalhoadas por principiantes, de súbito, promovidos a «mestres».
O «bom pagador», SABE: - «A conta receptora, ( aflita ou não ),
DEVE. A conta complacente entregadora, tem a HAVER. Circulação de
dois valores iguais, pontificantes no cerne da escrituração, como auxílio à
Portugal, Espanha, Grécia, Irlanda, Islândia, América, Alemanha,
conhecem estes princípios. O primeiro Grupo de cinco, junta três já falidos
e dois deslizando no mesmo ameaçador plano inclinado, valendo-lhes a
arte de convencer dos respectivos governantes, para lhes reencher o «ar» da
resistência. Os dois restantes, ainda possuem ECONOMIA, alicerçada no
solo, subsolo, indústria e respeito ao ORGANISMO CENTRAL que, por
si, também se respeita.
A América, eleita Mundial defensora dos «direitos», não sabemos
se os de 1789, se os das políticas de uso corrente. O nosso embaraço para
diferençar a qual nos deveremos referir, é que todos censuram o «poder
americano» e, seguidamente, pedem ajuda para os mais diversos sectores
Uma questão, porém, nos parece comum aos sete. Estes e muitos
outros, sofreram as DEPRESSÕES ECONÓMICAS de 1929 e 2009.
Portugal, praticamente falido em 1926, ao ponto da, então SOCIEDADE
DAS NAÇÕES, condicionar o empréstimo de 12 milhões de libras, pedido
em 1927, ter sido deferido em 1928, impondo condições, as quais, apesar
da penúria portuguesa, mereceram do Ministro das Finanças Interino,
General Ivens Ferraz, a célebre frase: ~PORTUGAL NÃO SE VENDE
POR 12 MILHÕES DE LIBRAS.
Esta «sombra» histórica, ligeiramente referida em crónica
anterior, no momento actual, impõe-nos clarear melhor, motivos e factos.
Até próximo
inflexíveis Leis Naturais, muita coisa salteia em quenturas bastante fortes,
para mudanças de paladar ou critério, sem deixar valas armadilhadas a
demarcar a imodesta vontade humana, intrusa em sobrepor hipóteses, às
preliminares regras, sistematizadas no «Homo Sapiens». Lembramos que
este HOMO, é o nosso ascendente na armação óssea e SAPIENS, quando
começou a captar o saber.
A «ossatura», tem-se moldado com o tempo, sem o portador dar
pelos acabamentos. Mas se lhe entra o reumático, a posição óssea, por
pouco se altere, faz acordar a dor, na degenerescência dos tecidos nas
articulações e em órgãos melindrosos. São frequentes, nestes transes, os
momentos em que o animal de nervos comunicantes com o desespero,
lutaria para determinar o seu próprio destino na parte de átomos e
moléculas que lhe formam o corpo e atirá-lo à cova da podridão. ou ao
borralho da fogueira que tudo queima … O sofrimento, magoa e revolta a
constituição e o indivíduo animal…
A questão do «saber», tem aspecto diferente. Não «joga» com
átomos e moléculas. É «espírito…
Forma-se, todavia, uma «parelha» no HOMO, ao «aprovar» a
SAPIÊNCIA. O Par, não recebeu a bênção da lei que uniu os restantes
pares,.. mas estes contraditórios cônjuges, não se podem separar um do
outro, pois lhes cabe resistir à conservação das espécies. A Natureza, pela
sua própria existência, é livre de alterar as leis por si «promulgadas».
O HOMO, modernamente HOMEM, ao dar conta de numa caverna do
cérebro, se sentava o INSTINTO, a aguardar ocasião de intervir, sem
demora o aproveitou como anteparo às ofensas corporais.
Na pachorra dos séculos, o par «Homo e a Sapiens», coordenou
elementos para complementar o carácter distinto da Matéria e do Espírito,
porém, indissociáveis, na evolução «instintiva» para a «humanidade». E lá
tiveram de aceitar a companhia da resignação, para evoluir nos séculos da
Acentue-se, contudo, que a passividade nunca chegou a ser
A Matéria, só permitiu a entrada livre do Espírito, nas fases
necessárias da germinação e crescimento, depois da ciência ter
demonstrado, perante holocaustos tremendos, que delas se poderiam tirar
mais proveitos. Tem sido a luta imparável… observada com agrado … da
inteligência contra a estagnação…
Se a Matéria gosta de se expor, para exibir as aparências, o
Espírito, encanta-se a medir forças no etéreo onde se esfuma, com as
avaliações do trabalho do Homem e influência das construções para o seu
O que constava, longe de falta grave, aparece como mais uma
batalha a resolver por meio de experiências corpo a corpo ou discordâncias
avolumadas em discursos de longa duração e festejos mesquinhos. As
palavras desandam em dobadoira a necessitar conserto e rodopiam, a
provocar a guerra, pretendida a ser evitada.
Por isso, HOMO SAPIENS, «semelhante» a um todo, se bem
analisado, são duas peças, que se encaixam e desencaixam, conforme
as passagens atmosféricas, os graus económicos nos reflexos sociais, a
qualidade política nacional ou mais em voga... a dignidade … o brio ...
outorgados aos homens assumidos a estabelecer regras sensatas e
convenientes, nos Estados responsáveis dos seus valores …
Perguntará o Amigo e Atencioso leitor, porquê tão comprida
divagação para chegar à ciência dos bens e serviços, indispensáveis
às melhoras da ambição, quando já grandes quantidades vêm sendo
assimiladas, ao modo como acontecem as quase milagrosas ofertas ao gozo
espiritual sem lugar estável e da matéria, num momento satisfeita e no
seguinte exigente e arrogante.
A resposta, breve e sincera, pré-avisa o nosso conceito de
clarear, dentro das fraquezas humanas. Não defende, nem condena, antes
ou depois dos insucessos a que todos nós estamos sujeitos, no instante da
faísca e no seguinte do escuro.
A moral, pode e deve ser solicitada. Atenção, porém,
às virtudes cardeais: - Prudência, Justiça, Fortaleza e Temperança.
O sabido e confirmado, não dispensa virtudes. A LIBERDADE,
aventureira e petulante, destrói-se sem a rectidão, advinda da cortesia
acessível ao afecto e aos efeitos sensíveis. Sem estes, seria o regresso
à «pedra ... lascada» pela necessidade de sobrevivência.
Descansemos. Já não é sem tempo…
Os títulos desta crónica, merecem explicações. Cumpre-nos pô-
las no texto, antes de acabar o espaço,
A RIQUEZA, só esconde a face, no desagravo de um ultraje,
de quedas mal calculadas ou … descréditos envergonhados no ridículo.
Como existe… porque o Homem e a opção de sociedades «existem»,
o ajuntamento de «capital», será o mal melhor integrado, para
erguer as obras e magnificências dos génios que querem ampliar o
Mundo. Como é diferente do conceito do senhor Marx... fumador
inveterado dos bons charutos... A evolução só se dá com melhorias...
Pelos anos 1940/1950, (perdurando antes e depois), vinha de
Moscovo, a descoberta do Século, aproximadamente reproduzida : - O
ouro virá a servir, em exclusivo, os dentistas, a filigrana das «ourivesarias»
e a atracção do sexo feminino.
Ainda, não aconteceu...
O ouro, no seu jeito de imparcialidade controlada pelo preço,
mas de olho no lucro, paulatinamente, vai cumprindo as funções para
que foi encarregue. E mais nenhum valor o tem suplantado nos espaços:
- económico, comercial, agrícola, industrial, artístico, social, evolutivo,
científico e... na imensidade de «razões, onde impera a Consciência, a Lei,
a Ordem e... o Homem civilizado.
Ninguém poderá medir a carga comerciável do dia de «amanhã».
Nem a rapidez circulante. Tudo indicando, contudo, estarmos «dispensado»
da «nossa presença, limitamo-nos a seguir as normas actuais e quem nos
substituir, tenha cautela nos expedientes «fora de moda» e como pararão
as novas «modas», para instituir o apaziguamento, em lugar das verdades
falhadas, nestes tempos conturbados.
Ao presente e ao futuro, acuda a verdade. Reabilitada de
promessas e gabanças exageradas, inoportunas e impotentes, perante a
realidade na meta ao bom êxito dos interesses do País, ajustando-os à
multiplicidade das forças naturais.
A actual posse de oficina, cheia de modernos aparelhos de medição
a «boas contas», extasia-se a descansar nas passagens «de nível» da
azáfama diária e a imitar as oportunidades do «parceiro ao lado». A «bola
de neve» das contradições, iniciada no cimo das carências, treme...
desprega-se da resignação e, aos baldões, esmaga a fingida humildade
na petição de voto e vexa a pobreza envergonhada de estômago murcho
das reais carências nele inscritas. É uma segunda condenação, a quem
já se considera na «pena» do suplício de Tântalo... de «cara alegre».
O conhecimento de «contabilidade», na gestão dos bens privados ou
públicos, alcança a diferença das «boas contas», «boas conselheiras», das
atabalhoadas por principiantes, de súbito, promovidos a «mestres».
O «bom pagador», SABE: - «A conta receptora, ( aflita ou não ),
DEVE. A conta complacente entregadora, tem a HAVER. Circulação de
dois valores iguais, pontificantes no cerne da escrituração, como auxílio à
Portugal, Espanha, Grécia, Irlanda, Islândia, América, Alemanha,
conhecem estes princípios. O primeiro Grupo de cinco, junta três já falidos
e dois deslizando no mesmo ameaçador plano inclinado, valendo-lhes a
arte de convencer dos respectivos governantes, para lhes reencher o «ar» da
resistência. Os dois restantes, ainda possuem ECONOMIA, alicerçada no
solo, subsolo, indústria e respeito ao ORGANISMO CENTRAL que, por
si, também se respeita.
A América, eleita Mundial defensora dos «direitos», não sabemos
se os de 1789, se os das políticas de uso corrente. O nosso embaraço para
diferençar a qual nos deveremos referir, é que todos censuram o «poder
americano» e, seguidamente, pedem ajuda para os mais diversos sectores
Uma questão, porém, nos parece comum aos sete. Estes e muitos
outros, sofreram as DEPRESSÕES ECONÓMICAS de 1929 e 2009.
Portugal, praticamente falido em 1926, ao ponto da, então SOCIEDADE
DAS NAÇÕES, condicionar o empréstimo de 12 milhões de libras, pedido
em 1927, ter sido deferido em 1928, impondo condições, as quais, apesar
da penúria portuguesa, mereceram do Ministro das Finanças Interino,
General Ivens Ferraz, a célebre frase: ~PORTUGAL NÃO SE VENDE
POR 12 MILHÕES DE LIBRAS.
Esta «sombra» histórica, ligeiramente referida em crónica
anterior, no momento actual, impõe-nos clarear melhor, motivos e factos.
Até próximo



<< Home